VALSA DOS OITENTA ANOS
Letra: F. Vidal Ramos
Música: Antonio Carlos da Silva

Tranqüilos vão os anos se passando,
e aos poucos nos cabelos colocando,
o prateado de quem muito viveu...
E junto com os anos, caminhando,
as lembranças se vão acumulando,
na vida que ditosa, floresceu.

Tantos sonhos, desejos, ilusões,
amor distribuído aos corações,
daqueles que viveram ao seu lado.
São oitenta as serenas primaveras,
que floriram ao longo das quimeras,
no carinho que nunca foi negado!

Filhos, netos, amigos, que riqueza!
Vida plena de paz e de beleza,
na manifestação do puro amor...
E é tão sublime envelhecer sorrindo,
e a todos ao redor distribuindo,
as dádivas divinas do Senhor!

NOSSO SONHO DE AMOR
Valsa
Letra: F. Vidal Ramos
Música: Antonio Carlos Silva

Lindo sonho vivemos, querida,
no mais doce romance de amor!
Duas vidas em uma só vida,
em momentos de paz e esplendor!

E é tão pura a paixão que vivemos,
que não vimos o tempo passar,
e hoje tantas lembranças nós temos,
nossa vida é um eterno cantar!

De mãos dadas olhamos o mundo,
sem temer o chegar do porvir,
neste sonho de amor tão profundo,
entre beijos e eterno sorrir!

Os teus negros cabelos de seda,
pratearam também como os meus,
e seguindo da vida a alameda,
nosso amor é a presença de Deus!

Esta valsa da alma saída,
é o exemplo que a todos deixamos:
que só vale a vida vivida,
se se amar como nós dois amamos!

 

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